Em todo o mundo, quem pega em armas para defender o Estado é um cidadão com horas de árduos cursos, preparação física, dedicação exclusiva em estudos sobre segurança e preparo psicológico e quilibrio emocional. No Brasil, deixa-se de lado o moral, como requisito para o ingresso nas polícias em geral e nas forças armadas, em face da lei dos concursos públicos e das brechas da lei, que acabam decidindo, em casos específicos, o ingresso por meio de liminares.
Esta introdução destaca o que todo cidadão em sã consciência imagina: para ingressar em quaisquer instituições, sobretudo ligadas à segurança, justiça e forças armadas, teriam os profissionais fazer constar em seus currículos o mínimo de requisitos – ressalto até por questão de segurança institucional -, para exercer função tão relevante para o Estado, nação e ao cidadão brasileiro.
Enquanto isso, chefes dos executivos estão em silêncio, no crime organizado (digo desorganizado, pois um professor da Academia de Polícia Militar do Estado de Minas Gerais dizia que “o crime é desorganizado e organizado é o Estado”) criminosos estão nadando de braçada e aqueles profissionais preparados e qualificados estão desmotivados, cada vez mais mal remunerados, com raras exceções sem apoio institucional, sem recursos para defender de fato a população brasileira.
Aguardem que, em breve, algum pesquisador iluminado vai soltar em seus gráficos dados reveladores constando que no Brasil e, especificamente, em alguns estados há uma crise da segurança Pública e números estão em escalada. Estados do Rio de Janeiro e Bahia juntos registram diariamente números equivalentes a regiões de conflitos ativos e guerras em outras partes do mundo.
Enquanto isso não se resolve, os engravatados estão em silêncio, esperando um vacilo, daqueles que estão na linha de frente, combatendo a nossa guerra interna contra milícias e facções criminosas, para imputar- lhes a culpa.
Estamos sujeitos à situação de um confronto contra estas organizações, que destaco, usam armas de potencial de calibre comparado aos utilizados em uma guerra, atingir um cidadão de bem e terem baixas consideráveis de homens e mulheres que estão à serviço do Estado. A estes profissionais o Interlocução Brasil faz menção elogiosa pela coragem e dedicação, pois estão a garantir 24hs a nossa segurança.
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