Ação da polícia contra desmanche prende 15 operários e não localiza chefe

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José Carlos Nascimento de Melo tem hipertensão arterial sistêmica, diabetes e estava no local errado na hora errada, diz a defesa. “O mesmo não possui nenhum vínculo formal com a empresa em questão, e no momento do flagrante, apenas estava prestando serviço de reparo de solda”, afirma o advogado.

Matheus Araujo de Carvalho Martins cumpria aviso prévio na empresa, diz a defesa. “O mesmo trabalhava como auxiliar administrativo, possuindo carteira assinada. Todavia, Matheus já estaria com seu aviso prévio aprazado para ser devidamente assinado na sexta-feira na semana dos fatos, no dia 29 de novembro de 2024″, afirma o advogado.

A versão se resguarda no fato de que Matheus recentemente concluiu seu ensino superior em Contabilidade. Assim, sairia da empresa para que pudesse trabalhar nos negócios da família, como contador
Defesa de Matheus Martins

Clayson Borba de Paula é faxineiro, com carteira registrada, e sustenta a mulher e a filha de 4 anos, diz a defesa. “É funcionário da empresa há dois anos, sendo sua atuação dentro dela meramente a de varrer, limpar e carregar alguns fardos”, afirma o advogado.

Adilson Ferreira da Silva não tinha responsabilidade ou ciência sobre produtos que chegavam na empresa, diz a defesa. “A vida do indiciado é ir para o trabalho, bater o ponto, ligar a máquina que opera, aguardar as instruções e fazer o que determinam para pegar sucatas de um lado e colocar em um outro lado”, afirma o advogado.

Nerivaldo Pereira da Silva prestava serviço como pintor de caçamba na hora do flagrante, diz a defesa. “Presta serviços freelancer na função de pintor de caçamba, que, na verdade, trabalha para um terceiro que se responsabiliza em ajustar com o proprietário da empresa a empreitada. Ou seja, o acusado sequer tem contato com o dono da empresa”, afirma o advogado.


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