Quando tudo parece estar errado devemos ficar atentos para os detalhes que se apresentam. Nossa imaginação pode ser surpreendida com ilusões emblemáticas capazes de se fazerem presentes como se reais fossem. São projeções intercambiadas com os desafios do dia e nossa história de um passado remoto.
Compreender que há um tempo para tudo e que não somos detentores de todo conhecimento ou “poder” para determinar que algo simplesmente mude em face de nossa vontade é um avanço. Observar os sinais, ser justo e isento de emoções para entender o mecanismo complexo que nosso “eu” produz requer silêncio d’alma. Ouvir a voz interior permite-nos silenciar a mente e descortina diante de nossos olhar uma realidade que sempre esteve à nossa disposição, mas, não conseguíamos enxergar devido ao estado de emocional e egoístico.
Recuperar a estima é tornar-se novamente criança, resetamos nosso “eu” e recomeçamos do zero. É possível? Sim, mas não é fácil. O nosso ego irá lutar bravamente para que não surja esse ser puro, afinal, nossa identidade e desejos estão sobre controle daquele.
Reduza as necessidades às básicas. Já temos tudo que precisamos e empilhar coisas, principalmente as mentais, sem significado ou proveito em nosso benefício e da sociedade é perda de tempo. Simplificar, eis o segredo. Viver um dia após o outro e ser feliz e ajudar aos que estão em situação pior que a nossa. Muitas vezes nem percebemos que quem precisa nem sempre consegue expressar a sua necessidade e a nossa palavra, a nossa atenção, a nossa mão amparando é o que vai fazer a diferença.
Seja a diferença onde você estiver, isso proporciona esperança não só para quem está à sua frente, mas, para toda sociedade, pois, as pessoas irão sorrir, agradecer, renovarem-se e por consequência tudo em volta se modifica para melhor. Não desistir nos primeiros desafios que na maioria das veze são oportunidades para perseverarmos e desta forma seguirmos em nossa evolução.
Há esperança? Sim, então, façamos nossa parte.
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