Como diz o famoso provérbio “Diga-me com quem andas, que direi quem tu és”. A vinda de Nicolás Maduro ao Brasil, provocou controvérsias, em face da história política na Venezuela. Desde as eleições passadas, políticos renomados, com ideias afinadas com o atual governo, vêm tentando descolar de Ideologias e de exemplos de gestões comparadas aos da Venezuela, Argentina, Chile, Cuba, Bolívia e outros países que estão arruinados pelo modelo de gestão, cujo o nosso presidente Lula tem buscado inspiração.
Sermos comparados com países desenvolvidos é o sonho de nós brasileiros. Queremos sim, a visita de autoridades do mundo todo, mas gostaríamos de ver pelas telas de televisão a chegada de governantes também da Suécia, Suíça, Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Israel, Itália, Japão sem desprezar a China, Índia, e outras potências econômicas. Gostaríamos que trouxessem dentro de suas pastas, canetas para assinar propostas, com acordos em que coloquem o Brasil no centro das atenções. Mostrar ao mundo que sabemos, de fato, aproveitar todo potencial econômico, tecnológico, mineral e agrícola que existe em nosso território, transformando tudo isso, por meio de políticas públicas em infraestrutura para os brasileiros.
Usar uma linguagem motivadora é uma estratégia, mostrando a potencialidade e importância que possuímos no cenário global.
Elogiar os governadores, a exemplo de Tarcísio de Freitas (Republicanos) em São Paulo e Romeu Zema (NOVO) em Minas Gerais, que vêm trazendo para seus estados parcerias industriais e comerciais de tal envergadura de dar inveja a qualquer executivo da alta cúpula do governo federal.
“A bola da vez”, a redução da carga tributária, é um desafio que doravante vamos assistir pelas canetadas do Congresso, mas é sabidamente que nada adiantará se não cortar gastos e privilégios. Reduzir os custos da máquina pública, cortar apadrinhados nos gabinetes e a cascata de assessores dos assessores.
Eis o desafio. Isto ou, quem sabe, o presidente Lula irá tirar da cartola pombinhos brancos e surpreender seus eleitores! Ou não! Sonhar é muito bom.
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